Atos Golpistas

PF tem vídeo que mostra planejamento de ataques ao STF e TSE por Bolsonaro e Ministros

Material obtido pela Polícia Federal evidencia reunião secreta em julho de 2022, onde integrantes do governo Bolsonaro discutiram estratégias para desestabilizar instituições e disseminar desinformação.

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Anderson Torres e Bolsonaro aparecem em gravação de reunião golpista. Foto: reprodução
Anderson Torres e Bolsonaro aparecem em gravação de reunião golpista. Foto: reprodução

Um vídeo obtido pela Polícia Federal revela uma reunião secreta ocorrida em 5 de julho de 2022, na qual o então presidente Jair Bolsonaro e membros de seu governo articularam planos para atacar o STF e o TSE. O material expõe uma dinâmica golpista, revelando estratégias para validar desinformação e minar a credibilidade das eleições.

O que você precisa saber:

  • Vídeo expõe reunião secreta de julho de 2022, revelando planos de ataque ao STF e TSE.
  • Estratégias incluem desinformação, narrativas fraudulentas sobre eleições e Justiça eleitoral.

Reunião Golpista: A PF encontrou o vídeo durante buscas na residência do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente Mauro Cid. A reunião, com a presença de ministros como Anderson Torres, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, revela um arranjo de dinâmica golpista.

Dinâmica da Reunião: O vídeo expõe Anderson Torres atacando a credibilidade do sistema eleitoral, sugerindo que o TSE não acata sugestões da Polícia Federal. Paulo Sérgio expressa desconfiança em relação ao TSE, afirmando que a Comissão de Transparência Eleitoral é apenas “para inglês ver”. Augusto Heleno menciona a infiltração de agentes da Abin nas campanhas eleitorais.

Desinformação e Ilações: Torres faz ilações sem provas, relacionando o PT ao PCC. Paulo Sérgio admite que a atuação das Forças Armadas na comissão tinha o objetivo de reeleger Bolsonaro. O vídeo revela uma trama para antecipar ações golpistas antes das eleições.

Ações Antes das Eleições: Augusto Heleno destaca a necessidade de agir antes das eleições, mencionando infiltração da Abin. Bolsonaro sugere ações enérgicas antes das eleições, indicando um momento em que não seria mais possível apenas falar, mas sim agir contra instituições e pessoas.

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