Resposta Oficial

Governo rebate comparação do Estadão com "gabinete do ódio"

Secretaria de Comunicação nega acusações de distorção de fatos feitas pelo jornal O Estado de S. Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Foto: Reprodução

Brasília – A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) contestou, nesta segunda-feira (10/5), uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo que compara reuniões da comunicação do Governo Federal ao “gabinete do ódio” da era Bolsonaro. Em nota, a Secom/PR afirmou que a abordagem do jornal é “sensacionalista e enviesada” e distorce os fatos.

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O que você precisa saber

  • Resposta Oficial: Secom/PR rebateu comparação com o “gabinete do ódio”.
  • Objetivo das Reuniões: Manter lideranças do governo e partidos informados sobre ações prioritárias.
  • Acusações de Distorção: Secom/PR critica reportagem por tentar criminalizar ações de gestão.
  • Exclusão de Influenciadores: Secom/PR afirma que influenciadores não participam dessas reuniões.

Detalhes da Resposta

Em resposta à reportagem, a Secom/PR esclareceu que as reuniões de comunicação têm como objetivo informar lideranças do governo na Câmara e no Senado, além de integrantes dos partidos da base, sobre as ações e programas prioritários. A nota enfatizou que o propósito dessas reuniões é garantir o fluxo de informações da gestão.

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Críticas à Reportagem

A Secom/PR criticou a reportagem do O Estado de S. Paulo por tentar, por meio de ilações, criminalizar ações de gestão. A secretaria argumentou que o texto serve apenas para dar munição à oposição, distorcendo os fatos e criando uma narrativa enviesada.

Exclusão de Influenciadores

A nota também destacou que não há participação de influenciadores nas reuniões com a Secom/PR, nem discussões sobre “ataques a críticos e desqualificação da imprensa”.

Leia a Nota na integra

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) rebateu nesta segunda-feira (10/5) reportagem do jornal O Estado de S. Paulo que compara reuniões da comunicação do Governo Federal com o chamado “gabinete do ódio” da era Bolsonaro. “O jornal faz uma abordagem sensacionalista e enviesada que distorce os fatos”, diz a nota da Secom/PR.

A secretaria afirma que as reuniões da comunicação têm o objetivo de manter informadas lideranças do governo na Câmara e no Senado, além de integrantes dos partidos da base, sobre as ações e programas prioritários. “O objetivo é fazer fluir as informações da gestão”, esclarece o comunicado. “O texto do jornal tenta, por meio de ilações, criminalizar ações de gestão e serve ao único propósito de dar munição à oposição”, critica a Secom. Leia íntegra.

Nota à imprensa sobre reportagem do jornal Estado de S. Paulo

Não é verdade que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República promova reuniões com uma versão petista do “gabinete do ódio”, como afirma a manchete do jornal o Estado de S. Paulo de hoje. O jornal faz uma abordagem sensacionalista e enviesada que distorce os fatos.

O que acontece eventualmente são reuniões de integrantes da Secom com as áreas de comunicação das lideranças do governo na Câmara e no Senado, bem como do PT e dos partidos da base, para informar sobre as ações e os programas prioritários de governo

O objetivo é fazer fluir as informações da gestão, incluindo novos lançamentos e entregas, para qualificar o trabalho das lideranças e da base do governo no Congresso. Não há a participação de influenciadores nessas reuniões com a Secom, muito menos a discussão sobre “ataques a críticos e desqualificação da imprensa”.

O texto do jornal tenta, por meio de ilações, criminalizar ações de gestão e serve ao único propósito de dar munição à oposição.