Rio sem Segurança

Onda de violência nas ruas do Rio de Janeiro: Justiceiros preocupam autoridades

Grupos de "justiceiros" atuam nas ruas, prometendo vingança contra suspeitos de roubos.

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Justiceiros de Copacabana vão às ruas para combater violência no bairro - Foto: Reprodução
Justiceiros de Copacabana vão às ruas para combater violência no bairro - Foto: Reprodução

O Rio de Janeiro vive momentos de tensão à medida que grupos de homens, autodenominados “justiceiros”, tomam as ruas da cidade para enfrentar suspeitos de roubos. A Polícia Civil está empenhada em investigar essas ações, após vídeos reveladores circularem, mostrando a promessa de vingança por parte desses grupos.

A situação se agrava com membros mascarados clamando que a “zona sul só tem playboy” enquanto espancam supostos criminosos, evidenciado em imagens impactantes, como a de um jovem negro ensanguentado, testemunhando a intensidade das agressões.

O que você precisa saber:

  • Membros de grupos organizados agem com violência, prometendo vingança contra suspeitos de roubos.
  • Vídeos revelam mascarados proclamando justiça pelas próprias mãos, gerando alarme nas redes sociais.
  • Polícia Civil confirma ciência dos incidentes e está em diligência para identificar e esclarecer os envolvidos.
Moradores de Copacabana criam grupos para acabar com onda de violência em Copacabana - Foto: Reprodução
Moradores de Copacabana criam grupos para acabar com onda de violência em Copacabana – Foto: Reprodução

Patrulhamento nas Ruas: Os “bad boys” e lutadores, conforme evidenciado em conversas nas redes sociais, planejam “patrulhas” munidas de paus e até soco-inglês para confrontar quem consideram infratores. A Polícia Civil, por sua vez, emitiu uma nota oficial confirmando sua ciência dos incidentes e a condução de diligências para identificar os envolvidos.

Violência em Escalada: Os casos recentes de violência alcançaram um novo patamar, destacados por um idoso agredido ao tentar socorrer uma vítima de assalto, resultando em sua perda de consciência e roubo. Outro incidente trágico culminou na morte de Leonardo Alves Quintanilha, de 28 anos, espancado durante um assalto em um ponto de ônibus.

Organização do Grupo: Os “justiceiros” se organizam por meio de grupos de WhatsApp, compartilhando vídeos de suas ações. Planejam expandir e organizar atividades, segmentando o “patrulhamento” por ruas, numa tentativa de enviar uma mensagem contra a violência impune.

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