Democracia

Inabalada: Três Poderes reafirmam compromisso com a democracia um ano após atos antidemocráticos

Líderes defendem punição aos responsáveis e regulamentação das redes sociais

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O presidente Lula defendeu a liberdade, mas afirmou que é preciso punir quem atenta contra a democracia Waldemir Barreto/Agência Senado
O presidente Lula defendeu a liberdade, mas afirmou que é preciso punir quem atenta contra a democracia Waldemir Barreto/Agência Senado

Os presidentes dos Três Poderes do Brasil reuniram-se nesta segunda-feira (8) em um ato em defesa da democracia, um ano após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

O que você precisa saber:

  • Os líderes dos Três Poderes reafirmaram o compromisso com a democracia e defenderam a punição aos responsáveis pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
  • O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou que é hora de retirar as grades que cercam o Congresso Nacional desde as invasões.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a regulação das redes sociais e a punição dos responsáveis pelos atos.
  • O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, afirmou que a história dos povos inclui momentos dramáticos e que a reação a esses episódios é que determina se a história vai “andar para frente” ou se vai retroceder.
  • O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, afirmou que os responsáveis precisam ser punidos e defendeu a regulamentação das redes sociais.
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o passado é um sinal do que ainda pode vir a ocorrer e que a punição aos responsáveis pelos atos é essencial para a democracia.
  • A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, classificou o ocorrido em 8 de janeiro de 2023 como “uma das páginas mais infelizes da história contemporânea”.

O ato, realizado no Congresso Nacional, contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e de outros líderes políticos e de instituições.

Em suas falas, os líderes dos Três Poderes reafirmaram o compromisso com a democracia e defenderam a punição aos responsáveis pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

"Nunca toleraremos a violência, o golpismo e o desrespeito à vontade do povo brasileiro", disse Pacheco
Waldemir Barreto/Agência Senado
“Nunca toleraremos a violência, o golpismo e o desrespeito à vontade do povo brasileiro”, disse Pacheco Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou que é hora de retirar as grades que cercam o Congresso Nacional desde as invasões.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a regulação das redes sociais e a punição dos responsáveis pelos atos.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, afirmou que a história dos povos inclui momentos dramáticos e que a reação a esses episódios é que determina se a história vai “andar para frente” ou se vai retroceder.

Para Barroso, ninguém tem o monopólio do patriotismo e o momento é de união
Waldemir Barreto/Agência Senado
Para Barroso, ninguém tem o monopólio do patriotismo e o momento é de união Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, afirmou que os responsáveis precisam ser punidos e defendeu a regulamentação das redes sociais.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o passado é um sinal do que ainda pode vir a ocorrer e que a punição aos responsáveis pelos atos é essencial para a democracia.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, classificou o ocorrido em 8 de janeiro de 2023 como “uma das páginas mais infelizes da história contemporânea”.

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