Crise

Vídeos da Violência no Equador: Criminosos invadem universidade

Estado de exceção não impede onda de ataques

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Estudantes da Universidade de Guayaquil, no Equador, correm em meio à invasão de criminosos armados. Foto: Reprodução
Estudantes da Universidade de Guayaquil, no Equador, correm em meio à invasão de criminosos armados - Foto: Reprodução

Criminosos armados invadiram na tarde desta terça-feira (9) a Universidade de Guayaquil, no Equador, e a emissora de TV estatal TC Televisión, na cidade de Guayaquil.

As ocorrências ocorrem em meio aos sequestros de ao menos sete policiais e uma série de explosões, um dia após o presidente do Equador, Daniel Noboa, declarar estado de exceção devido à fuga da prisão de um criminoso conhecido como Fito, chefe do grupo Los Choneros.

O que você precisa saber:

  • Criminosos armados invadiram a Universidade de Guayaquil e a emissora de TV estatal TC Televisión.
  • As ocorrências ocorrem em meio a uma onda de violência no Equador.
  • O presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou estado de exceção devido à fuga da prisão de um criminoso conhecido como Fito.

Segundo relatos iniciais, o grupo armado que invadiu a Universidade de Guayaquil tentou assaltar e sequestrar estudantes e professores. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram os alunos fugindo enquanto soam barulhos de tiros de arma de fogo.

Ainda nesta tarde, homens armados e encapuzados invadiram os estúdios do canal de TV estatal TC Televisión, na cidade de Guayaquil. Segundo informações do jornal El Universo, um artefato explosivo foi colocado na recepção do canal.

As ocorrências ocorrem em meio aos sequestros de ao menos sete policiais e uma série de explosões, um dia após o presidente do Equador, Daniel Noboa, declarar estado de exceção devido à fuga da prisão de um criminoso conhecido como Fito, chefe do grupo Los Choneros.

Noboa, de 36 anos, é o presidente mais jovem do Equador e assumiu o cargo com a promessa de conter a crescente onda de violência relacionada com o tráfico de drogas nas ruas e nas prisões.

O estado de exceção estará em vigor por 60 dias em todo o país. A medida inclui toque de recolher das 23h às 5h, horário local (das 01h às 7h em Brasília).

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