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Bloco Brasília Amarela comemora 10 anos com três shows no Rio de Janeiro

Programação terá Ensaio Oficial no Teatro Rival, dia 24 de janeiro; apresentação no festival CarnaMango, no dia 11 de fevereiro, no Circo Voador, e Desfile Oficial no dia 12 de fevereiro, no Centro do Rio

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Bloco Brasília Amarela
Bloco Brasília Amarela

Você é meu xuxuzinho!’’, ‘’Pra mode a gente se amar’’, ‘’Money, que é good nós não have’’. Essas frases marcaram a década de 90 e duram até hoje na memória de todos. Para matar a saudade, cantar e se divertir, surgiu o Brasília Amarela. Lançado em 2014 pelo produtor e empresário Caio Bucker, o bloco relembra e homenageia os sucessos dos Mamonas Assassinas num show com os clássicos da banda em versões de samba-enredo, marchinha, frevo, ijexá, baião, ciranda e funk. 

Bloco Brasília Amarela
Brasília Amarela – Foto: Pedro Arantes

Para comemorar os 10 anos de bloco, o Brasília Amarela lança uma super programação para o Carnaval. A agenda começa com o Ensaio Oficial no Teatro Rival, dia 24 de janeiro, com ingressos a partir de R$20. Já em fevereiro, o grupo se apresenta no festival CarnaMango, no dia 11, no Circo Voador, com ingressos a partir de R$50, e Desfile Oficial, no dia 12, no Largo de São Francisco, no Centro do Rio, para um público estimado em 20 mil pessoas.

Brasília Amarela - Foto: Pedro Arantes
Brasília Amarela – Foto: Pedro Arantes

“Mamonas é alegria, é nostalgia, é liberdade. E o Carnaval é tudo isso também. Por isso resolvi unir os dois e criar um bloco em homenagem aos meninos de Guarulhos. Esse ano estamos comemorando os 10 anos de bloco com muita festa e eventos incríveis, da forma que eles e o público merecem”, afirma Caio Bucker. 


O show, que não se limita ao Carnaval, é uma grande performance. No repertório, além do único disco dos Mamonas, também fazem parte músicas que não chegaram a ser gravadas, e músicas bem humoradas de artistas como Charlie Brown Jr, Raimundos, Rita Lee e Molejo, reafirmando a diversidade de ritmos e estilos musicais.

O bloco já se apresentou em locais como Fundição Progresso, Armazém do Píer Mauá, Quadra do Santa Marta, Praia Club, e Teatro Odisséia; em eventos como Jogos Jurídicos e Engenharíadas; além de passagens por programas de televisão, como Encontro com Fátima Bernardes, na Rede Globo, e Balanço Geral, na Record.

Brasília Amarela - Foto: Pedro Arantes
Brasília Amarela – Foto: Pedro Arantes

Serviço:

CARNAVAL 2024 – COMEMORANDO 10 ANOS DE FOLIA:

– Ensaio Oficial do Brasília Amarela:
Data: 24/01/24, quarta-feira 

Horário: às 19h 

Local: Teatro Rival – Rua Álvaro Alvim ,33 – Subsolo, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Ingressos a partir de R$20

Informações e ingressos: https://teatrorival.com.br/brasilia-amarela-ensaio-oficial/ 


– Festival CarnaMango:

Data: 11/02/24, domingo

Horário: às 18h 

Local: Circo Voador –  R. dos Arcos, s/n – Centro, Rio de Janeiro 

Ingressos a partir de R$50

Informações e ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/carnamango/ 


– Desfile oficial:

Data: 12/02, segunda 

Horário: Concentração às 10h 

Local: Largo de São Francisco, Centro do Rio.

MAMONAS ASSASSINAS, NOSSOS XUXUZINHOS:

Os Mamonas Assassinas se uniram em Guarulhos, em 1990, inicialmente com o nome Utopia. O som era uma mistura de punk rock com influências de gêneros populares, como o forró, o brega, o pagode, o reggae e o vira. Muita insistência e trabalho, e um álbum que vendeu menos de 100 cópias. Os ensaios eram divertidíssimos, e os integrantes faziam paródias, cantando suas músicas autorais em tom cômico. Começaram a incluir no repertório do show Pelados em Santos e Robocop Gay, e eram as músicas mais ovacionadas. O produtor Rick Bonadio gravou 

estas duas músicas, e mais Jumento Celestino, e em seguida assinaram contrato com a gravadora EMI. 

A banda saiu em uma exaustiva turnê, e apresentaram-se em programas como Jô Soares, Domingo Legal e Domingão do Faustão. Tocavam cerca de oito vezes por semana, com apresentações em 25 dos 27 estados brasileiros, e ocasionais dois shows por dia. Com um sucesso meteórico, o álbum Mamonas Assassinas vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com disco de diamante. Em Março de 1996, no auge da carreira, a banda foi vítima de um acidente aéreo fatal, deixando a lembrança e a saudade

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