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Caravelas-portuguesas: Presença tóxica nas praias de Santa Catarina e RS

Fenômeno recorrente assusta banhistas em diversas praias brasileiras

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Caravelas-portuguesa em SC: elas exigem cuidado e provocam queimaduras ao serem tocadas. Foto: Roberta Elis Francisco/UFSC
Caravelas-portuguesa - Foto: Roberta Elis Francisco/UFSC

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O litoral de Santa Catarina, juntamente com São Paulo e Rio Grande do Sul, tem testemunhado um aumento na presença de caravelas-portuguesas, criaturas marinhas conhecidas por sua toxicidade. Especialistas explicam que o fenômeno é comum entre a primavera e o fim do verão, impulsionado pelos ventos e pela elevação da temperatura da água.

O que você precisa saber:

  • Fenômeno Recorrente: A presença de caravelas é comum no litoral entre a primavera e o fim do verão.
  • Incidência Atual: Municípios como Balneário Camboriú, Bombinhas e Itapoá têm registrado o aparecimento dessas criaturas.
  • Riscos à Saúde: Aumento de atendimentos médicos devido a encontros com caravelas, causando queimaduras e lesões.
  • Toxicidade das Caravelas: Com tentáculos de até 30 metros, esses organismos podem injetar veneno tóxico, causando dor e reações alérgicas.
  • Prevenção: Contato direto é desaconselhado; banhistas devem ficar alertas para evitar incidentes.

Ventos e Temperatura: A movimentação das caravelas do alto-mar para a costa é impulsionada pelos ventos predominantes nesta época do ano. Além disso, o aumento da temperatura da água contribui para a presença dessas criaturas, que se tornam mais visíveis devido à sua bolsa gelatinosa colorida.

Riscos e Atendimentos Médicos: O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina registrou casos de atendimento médico relacionados a encontros com caravelas neste verão. Praias como Quatro Ilhas e Barra do Saí foram palco de incidentes, incluindo situações com crianças afetadas e suspeitas de reações alérgicas.

Toxicidade e Prevenção: Com tentáculos capazes de injetar veneno tóxico, o contato direto com caravelas é desaconselhado devido aos riscos à saúde. Banhistas devem ficar atentos e adotar medidas preventivas para evitar possíveis incidentes durante a temporada de maior incidência dessas criaturas

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