Acusações Graves

Fãs acusam organização do show de Taylor Swift no Rio de Janeiro de dar "Rivotril" para quem passou mal

Após a morte de fã, inúmeras acusações surgem contra a produção do evento, envolvendo falta d'água e distribuição de medicamento tarja preta

Taylor Swift em seu primeiro show no Rio de Janeiro em 2023 - Imagem Reprodução
primeiro show no Rio de Janeiro em 2023 - Imagem Reprodução

A tragédia que culminou na morte de uma fã de Taylor Swift durante o show no Rio de Janeiro desencadeou uma série de denúncias contra a produtora T4F.

A falta d’água, a proibição de garrafas e até a distribuição de medicamento tarja preta no posto médico geram revolta e pedidos de responsabilização.

Enquanto a T4F se manifesta sobre a morte, o Ministro da Justiça, Flávio Dino, anuncia medidas diante das denúncias de falta d’água em eventos.


Denúncias de Falta d’Água e Medicamento:

  • Proibição de Garrafas: Denúncias surgem nas redes sociais de que a T4F vetou a entrada com garrafas d’água no Estádio Nilton Santos durante o show de Taylor Swift. Relatos indicam que um copo de água, a um custo de R$ 10, estava quente e esgotado, dificultando a hidratação do público em meio ao calor intenso.
  • Distribuição de Clonazepam: Outra denúncia grave envolve a distribuição de clonazepam sublingual no posto médico do evento. Relatos indicam que pessoas desidratadas ou com pressão baixa, ao procurarem ajuda, recebiam o medicamento tarja preta utilizado em tratamentos para convulsões e transtornos de ansiedade, sintomas não relacionados aos casos atendidos.
  • Repercussão nas Redes Sociais: Influenciadores, como Bel Rodrigues, denunciam nas redes sociais a oferta do medicamento e a proibição de garrafas d’água. O termo “clonazepam” torna-se um dos mais comentados, evidenciando a indignação do público em relação às práticas no evento.
Fãs de Taylor Swift acusam a produção de dar clonazepam,  o Rivotril, para quem passou mal em show no Rio de Janeiro
Reprodução de Redes Sociais

Posicionamento da T4F:

  • Comunicado Oficial: A T4F, produtora responsável pelo show de Taylor Swift, quebra o silêncio sobre a morte da fã Ana Clara Benevides. O comunicado expressa pesar pela tragédia, descreve as ações de atendimento à vítima, mas omite as denúncias de falta d’água, proibição de garrafas e distribuição de medicamento tarja preta no posto médico.

Reação do Ministro da Justiça:

  • Medidas Anunciadas por Flávio Dino: O Ministro da Justiça, Flávio Dino, reage às denúncias anunciando medidas imediatas. Em resposta à falta d’água em eventos, Dino orienta a Secretaria Nacional do Consumidor a adotar providências cabíveis, destacando a necessidade de serviços seguros e adequados à saúde, conforme o Código de Defesa do Consumidor.
  • Repercussão no Âmbito Político: O deputado federal André Janones (Avante-MG) se pronuncia, anunciando ação junto ao Ministério Público para investigar e responsabilizar as práticas que colocam o dinheiro acima da vida.

Detalhes da Tragédia e Revolta do Público:

  • Tragédia no Show de Taylor Swift: O tão aguardado show de Taylor Swift no Rio de Janeiro, na noite de sexta-feira (17), transformou-se em tragédia com a morte da fã Ana Clara Benevides, de 23 anos. Mais de mil pessoas desmaiaram devido à onda de calor, superlotação e, segundo relatos, à falta de acesso à água.
  • Revolta do Público: A revolta se intensifica com a revelação de que a produtora T4F teria proibido a entrada com garrafas d’água. Nas redes sociais, o influenciador Felipe Neto protesta contra a empresa, enfatizando a proibição e a sensação térmica de quase 60°, atribuindo a morte de Ana Clara ao calor e à falta de hidratação.