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Diário Carioca

Vereadora Aava Santiago denuncia ataque misógino da Veja

Parlamentar afirma que revista tentou desqualificá-la e envolveu sua família em insinuações
Vereadora Aava Santiago (PSDB-GO) – Reprodução

Goiânia – A vereadora Aava Santiago (PSDB-GO) publicou uma denúncia em sua página oficial no Instagram, alegando que sofreu um ataque misógino e covarde da revista Veja.

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Segundo Aava, o veículo tentou desqualificá-la como interlocutora e envolveu seu marido e seu filho em insinuações abjetas.

O que você precisa saber

Denúncia de ataque: Aava Santiago afirma que a revista Veja tentou desqualificá-la e envolveu sua família.

Resposta à reportagem: Vereadora critica a escolha de imagens e palavras usadas pela revista.

Violência política de gênero: Aava menciona que a prática tem nome e tipificação legal.

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Uma publicação compartilhada por Aava Santiago (@aavasantiago)

Declarações da Vereadora

Em sua publicação, Aava relatou que foi entrevistada por um jornalista da Veja e que respondeu a todas as perguntas, mesmo sem o agendamento prévio. “Há alguns dias, fui entrevistada por um jornalista da Veja. Atendi prontamente mesmo sem ele ter agendado, respondi as mesmas perguntas várias vezes, não me furtei ao debate, me coloquei à disposição pra esclarecimentos”, explicou.

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Acusações de Misoginia

Aava Santiago destacou que a reportagem da Veja foi desenhada para desinformar, utilizando imagens e palavras de forma misógina. “Misoginia estampada na escolha de imagens e palavras. Não tendo como me ridicularizar com aspas porque, modéstia à parte, eu sei o que dizer e como dizer, o editorial escolheu a dedo uma imagem e, para descredibilizar minha fé e meu discurso, me reduziu a uma foto de camisola”, reclamou a vereadora.

Violência Política de Gênero

A vereadora afirmou que a prática de desqualificação baseada no gênero tem nome e agora também tem tipificação legal: violência política de gênero. “Não sou a primeira nem a última mulher sexualizada na tentativa de desqualificação de suas ideias e seu trabalho. Essa prática tem nome e agora também tem tipificação legal: violência política de gênero”, afirmou.

Compromisso com o Trabalho

Aava concluiu sua denúncia afirmando que não será intimidada e que continuará seu trabalho. “Se o objetivo era intimidar nosso trabalho, silenciar nossa voz e interditar o alcance de nossas ideias e práticas, o resultado será exatamente o contrário”, escreveu. Ela reforçou que o ataque só aumenta sua convicção de que seu trabalho está incomodando interesses poderosos.

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